De engenho a Capital Nacional do Etanol.
A história de Sertãozinho se confunde com a história da cana e da energia no Brasil. É uma cidade que aprendeu a transformar terra fértil em tecnologia, e que segue movendo o país.
Uma linha do tempo
Fim do século XIX
Onde tudo começou
Nas terras férteis do interior paulista, próximas a Ribeirão Preto, surge o povoado que daria origem a Sertãozinho. A vocação para a agricultura marcaria a cidade desde o primeiro dia.
Início do século XX
A cana toma conta
O café abre caminho e a cana-de-açúcar se firma como a grande força da região. Engenhos e, depois, usinas transformam a paisagem e a economia local.
Décadas de 1950 a 70
Polo industrial
Mais do que plantar e moer, Sertãozinho passa a fabricar a tecnologia das usinas. A metalurgia e a indústria de equipamentos sucroalcooleiros fazem da cidade um polo nacional.
A partir de 1975
A Capital do Etanol
Com o Proálcool e o avanço dos biocombustíveis, Sertãozinho se consolida como referência mundial em etanol e bioenergia, e ganha o título de Capital Nacional do Álcool.
Sertãozinho hoje
A cidade é palco da Fenasucro & Agrocana, a maior feira do setor sucroenergético do mundo, que reúne tecnologia, indústria e visitantes de vários países. Mas Sertãozinho também é gastronomia, comércio forte, cultura e uma vida local cheia de movimento.
É essa cidade completa que o Viva Sertãozinho quer mostrar: a do trabalho e a do lazer, a histórica e a que acontece agora.
Referência
mundial em etanol
Polo
industrial e tecnológico
Fenasucro
maior feira do setor
Interior SP
região de Ribeirão Preto
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